Ao Som da Chuva

Fevereiro 14 2011

 

 

 

 

  

“O tempo foi diluindo a tua presença na minha vida.

Quem sabe um dia também dissolva a tua imagem da minha memória e eu consiga finalmente esquecer-me de ti.

Não é o que quero; porém era o que deveria fazer.

Nunca somos os donos do nosso coração.”

 

publicado por DN às 20:59

Muitas vezes o que pensamos, a nossa cabeça leva-nos a tomar as decisões que pesamos que são certas, ou que são certas naquele momento, mas depois o nosso querido coração, que tantas vezes reclamamos dele, diz-nos olha que eu mando muito, principalmente no amor, na pessoa que gostamos, e isso fica guardado, e qd deixamos esse amor, depois vimos que n era o que se devia ter feito.
Como dizes, até podemos esquecer, até pode desaparecer da nossa vida, mas a imagem fica, o sentimento fica, se for essa a vontade do coração, e depois pensamos, não é o que quero, mas o que devia ser. porque se calhar aquela pessoa que deixamos já n sente o mesmo, ou se calhar porque ja tem outra pessoa, ou porque sente raiva, ou por outra coisa qualquer, mas, se calhar, se não é o que queremos, se o coração não deixa esquecer essa imagem, esse sentimento, é por algum motivo, será esse o nosso fado, ou seja, se calhar mesmo pensando que está tudo perdido, devemos lutoar, lutar pela felicidade.
Talvez essa pessoa n sinta raiva, talvez essa pessoa n tenha esquecido, perante isto há que lutar para o que esta destinado, lutar por esse amor, por esse sentimento, por essa imagem se é isso que o coração quer, e por de lado a razão, a nossa cabeça, que por muitas vezes essa mesmo é que nos leva a tomar as decisões mais erradas na nossa vida, a tentar passar a perna ao coração.
Anónimo a 17 de Fevereiro de 2011 às 11:48

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