Ao Som da Chuva

Abril 29 2008

 

Quando era pequena queria ser bailarina

agora que já cresci (pelo menos em idade)  tenho vergonha de dançar...

vai-se lá perceber porque mudei tanto! :p

publicado por DN às 18:27

Abril 28 2008

 

 

Sinto que o tempo tá a passar a correr...

por um lado yupiiiiiiiiiiii

por outro....

 

falta pouco para acabar a vida de estudante....

e não sei se isto é bom se é mau....

 

 

publicado por DN às 21:30

Abril 25 2008

 

AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU

Ora passou-se porém

que dentro de um povo escravo

alguém que lhe queria bem

um dia plantou um cravo.


Era a semente da esperança

feita de força e vontade

era ainda uma criança

mas já era a liberdade.


Era já uma promessa

era a força da razão

do coração à cabeça

da cabeça ao coração.

Quem o fez era soldado

homem novo capitão

mas também tinha a seu lado

muitos homens na prisão.


Esses que tinham lutado

a defender um irmão

esses que tinham passado

o horror da solidão

esses que tinham jurado

sobre uma côdea de pão

ver o povo libertado

do terror da opressão.


Não tinham armas é certo

mas tinham toda a razão

quando um homem morre perto

tem de haver distanciação

uma pistola guardada

nas dobras da sua opção

uma bala disparada

contra a sua própria mão

e uma força perseguida

que na escolha do mais forte

faz com que a força da vida

seja maior do que a morte.


Quem o fez era soldado

homem novo capitão

mas também tinha a seu lado

muitos homens na prisão.


Posta a semente do cravo

começou a floração

do capitão ao soldado

do soldado ao capitão.


Foi então que o povo armado

percebeu qual a razão

porque o povo despojado

lhe punha as armas na mão.


Pois também ele humilhado

em sua própria grandeza

era soldado forçado

contra a pátria portuguesa.


Era preso e exilado

e no seu próprio país

muitas vezes estrangulado

pelos generais senis.


Capitão que não comanda

não pode ficar calado

é o povo que lhe manda

ser capitão revoltado

é o povo que lhe diz

que não ceda e não hesite

- pode nascer um país

do ventre duma chaimite.

 

Poema de José Carlos Ary dos Santos

 

 

 

 

 

Não estará na altura de voltar a existir um novo 25 de Abril...

por um Portugal mais justo...

 

publicado por DN às 11:39
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Abril 20 2008

Tenho andando um pouco ausente do blog e passo a explicar porquê!

1º porque a minha net diz que ta chateada comigo e ora funciona ora não quer trabalhar...

2º O final do ano aproxima-se e o trabalho começa a acumular-se... embora eu me sinta como se estivesse de férias... =P

3º Decidi fazer um miminho às minhas colegas...

com o final do ano a aproximar-se... e principalmente a benção... estou naquela fase que tenho fitas e mais fitas para escrever e decidi fazer um miminho ao pessoal... até porque muitas destas pesssoas nao sei quando as tornarei a ver novamente e quero que guarde alguma recordação...

decidi pintar fitas...

 


Abril 10 2008

 

1 - Não custa nada e rende muito...

 

 

2 - Enriquece quem o recebe sem empobrecer quem o dá!

 

 

3 - Dura somente um instante, mas seus efeitos perduram para sempre!

 

 

4 - Ninguém é tão rico que dele não precise...

 

 

5 - Ninguém é tão pobre que não o possa dar a todos.

 

 

6 - Leva a Felicidade a todos e a toda a parte...

 

 

7 - É símbolo da amizade;
da boa vontade, é alento para os desanimados;
repouso para os cansados;
raio de sol para os tristes;
ressurreição para os desesperados...

 

 

8 - Não se compra, nem se empresta.

 

 

9 - Nenhuma moeda do mundo, pode pagar o seu valor!

 

 

10-Não há ninguém que não precise tanto de um sorriso, como aquele que não sabe mais sorrir!

 

 

11-Quando você nasceu, todos sorriram, só você é que chorava!
Viva de tal maneira, que quando você morrer, todos chorem e somente você sorria!

 

publicado por DN às 16:43
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Abril 09 2008

 

Se eu pudesse

correr mares e pudesse voar ares,
correria para você e voaria para te ver.
Se eu pudesse te tocar em meus sonhos

e te abraçar em minhas lembranças,
abraçaria todo o sentimento que te inclui

e adormeceria na magia do momento que te possui.
Se eu pudesse,

prenderia todos os instantes em que te encontrasse

e se pudesse ainda,
pararia o mundo, pra segurar um só segundo,

em que estivesse em seus braços.

 

Ah, seu eu pudesse,
viajar mares e ares,
voar com o vento
e correr contra o tempo,
pra renascer
o instante em que
te conheci.
E se fosse possível,
pudesse ainda
resgatar o momento
em que te perdi.

 

(by: Mil Ribeiro)

publicado por DN às 14:58
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