Ao Som da Chuva

Fevereiro 10 2008

 

Aquilo que fiquei de escrever e que nunca escrevi.

Aquilo que te quis dizer e não consegui

Aquilo que me pareceu beber e não bebi...

Aquilo que me fez portar assim...

Aquilo que só às estrelas contei, sem nunca ter falado

As mil vezes que me enganei, sem em nada ter errado

As filosofias que cantei, sem qualquer significado,

Como palavras que soam bem,

sem norte e sem passado, sem sentido e sem vontade (...)

publicado por DN às 22:06

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