Ao Som da Chuva

Março 14 2008

 

Não olhem para mim assim

Não sou o sol que vos aquece

Nem a noite que vos acossa

Não olhem para mim assim

Que o meu brilho não vos cegue

Que a minha sombra

Não vos gele os ossos

Que a minha fome não vos alimente

Nem que a minha sede vos afogue

Porque eu não sou nada

Nem o mapa, nem o caminho

Nem a berma da estrada

Nem a lua

Nem o burburinho da rua

E mesmo que esteja em todo o lado

Não estou em parte nenhuma

Porque eu não sou nada

Mas de todo esse nada que não sou

Se algo tiver que ser

Que seja a pedra da calçada

Que seja a areia que vos leva ao mar

Que seja a brisa a navegar…

 

Pequeno excerto do poema “Não olhem para mim assim”

de Luís Alberto Nunes

publicado por DN às 17:33
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ai eu não acredito que tu vais mesmo fazer aquilo que disseste...
mas pronto, este até foi muito bem escolhido. se os escreveres todos aqui, pode ser que eu os leia mais rapido do q no livro... lol
a 15 de Março de 2008 às 10:58

Desta vez sou eu a retribuir a visita. Não estou recordado se já comentei algo...
Digo que tem umas fotos engraçadas...
Eu gosto de coisas mais positivas, assunto para poder dar volta à situação...LOL.
Para comprovar isso uma visitinha ao www.valores100importancia.blogspot.com
Ficar bem e um até qq dia.
bomdiaalegria a 20 de Março de 2008 às 21:28

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