Ao Som da Chuva

Setembro 02 2010

“Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa.

E se ela não vem ter connosco, nós esperamos.

O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar.

A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar.

O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível.

É mais fácil esperar do que desistir.

É mais fácil desejar do que esquecer.

É mais fácil sonhar do que perder.

E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.”



Margarida Rebelo Pinto
publicado por DN às 00:01

Julho 15 2010

“Tu vives em mim por tudo o que representaste de bom e que foste de mau. E, no entanto, não tenho por ti nenhum sentimento de raiva, de tristeza ou de desejo de esquecimento por todas as desilusões e dissabores que me causaste; fui eu que deixei que me fizesses mal e sei melhor do que ninguém que nunca me quiseste magoar.”

publicado por DN às 00:01

Junho 07 2010

"Não sei como nem quando perdemos a magia [...] Quando dei por ti, já eras outra pessoa."

 

Margarida Rebelo Pinto

 


Junho 06 2010

"Estou cansada de sonhar, de desejar, de te querer e não te ter, de nunca saber se pensas ou não em mim, se à noite adormeces com saudades no peito ou te deitas com outras mulheres. Depois de todas as palavras e de todas as esperas, fiquei sem armas e sem forças. Sobra-me apenas a certeza de que nada ficou por fazer ou dizer, que os sonhos nunca se perderam, apenas se gastaram com a erosão do tempo e do silêncio.''

 

Margarida Rebelo Pinto


Junho 04 2010

"Somos o avesso um do outro. Quando duvidas, paras, e eu sigo em frente. Quando tens medo, eu tenho vontade; quando sonhas, eu pego nos teus sonhos e torno-os realidade, quando te entristeces, fechas-te numa concha e eu choro para o mundo; quando não sabes o que queres, esperas e eu escolho; quando alguém te empurra, tu foges e eu deixo-me ir.
Somos o avesso um do outro: iguais por fora, o contrário por dentro. Tu proteges-me, acalmas-me, ouves-me e ajudas-me a parar. Eu puxo por ti, sacudo-te e ajudo-te a avançar. Como duas metades teimosas, vivemos de costas voltadas um para o outro, eu sempre à espera que tu te vires e me abraces, e tu sempre à espera que a vida te traga um sinal, te aponte um caminho e escolha por ti o que não és capaz."

 

Margarida Rebelo Pinto


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